Caros leitores (dois, pelo que me consta), tenho aqui a fazer grave denúncia da situação pela qual estou passando neste momento. Imaginem vocês que eu estou sendo vítima de uma vil tentativa de chantagem! É, meus caros, ainda há aqueles que utilizam deste expediente como válido método de convencimento. E o pior que lhes tenho a narrar é que eu me submeti a tão inescrupuloso achaque devido ao risco que correria caso não cedesse em minha posição. Deixo aqui a história contada pela metade, mas haverá quem a compreenderá por completo. Por último, advirto que não se coaduna com minhas intenções a possibilidade de se repetir tal submissão!
Sobrevivi! Consegui chegar em casa dirigindo debaixo de um toró diluviano, à noite, sem óculos, com o ventilador do carro quebrado e sem flanela (ou seja, com os vidros embaçados). Acreditem, não foi fácil...
I`m alive! Acreditem, eu ainda existo. E apesar de meu tremendo esforço para abandonar o blog (contratempos, preguiças e outras coisas), consegui resistir e estou de volta. Mas o ponto crucial foi minha surpresa com o resultado deste teste que eu vi no blog de Julis:
Sempre elogie sua mulher. Esta é, sem dúvidas, uma das formas mais eficientes para a manutenção harmoniosa de um relacionamento durante muito tempo e deveria constar do manual de sobrevivência de qualquer homem. É realmente incrível o poder que tem um elogio bem colocado. Acredite. Apesar de eu não ser um usário muito assíduo da técnica, sempre que eu a utilizo os efeitos são, digamos, gratificantes.
Totalmente frustrada minha tentativa (um tanto ingênua, confesso) de tentar alavancar inacreditavelmente a audiência do blog. Realmente vou tentar métodos mais convencionais, como atualizações constantes recheadas de comentários espirituosos e sacadas inesperadas (que pretensão, hein?).
Voltei! Depois de algum tempo no limbo, meio decadente e procurando tomar uma tendência em sua vida, provavelmente este blog está sendo ressucitado. Só não esperemos que, qual uma fênix enlouquecida, ele vote a finar-se para então precisar de nova interferência.
Bem, a novidade é apenas de ordem técnica: vou utilizar uma estratégia para lá de escusa para tentar alavancar a audiência desta página (e, de quebra, desmoralizar ainda mais as ferramentas de busca da web). Se funcionar, eu revelo o mecanismo, mas é possível que algumas pessoas descubram-no, mesmo que seja acidentalmente.
Passo meu tempo pesquisando promoções de passagens aéreas, enquanto me preparo para o mês mais curto de minha vida. Volta e meia faço programas para os próximos finais de semana.
O veterinário veio aqui e disse que de cada 150 animais com esse problema, um se salva. Primeiro, houve alguns comentários quanto à estatística um tanto incomum: 1 a cada 150. E isso porque é um número estimado, já que ele não conseguiu diagnosticar a doença. Isso foi há seis dias e hoje minha cadela morreu. Ela já tinha mais de dez anos e era muito dócil. Não consegui me comover e acho que sou um insensível por isso. Nos últimos dias, ela chorava muito e chegamos a pensar em sacrificá-la, mas ela resolveu as coisas antes. Morreu com uma cara terrível de sofrimento.
Descobri hoje que, numa das matérias deste semestre, farei parte de uma turma com dois alunos. Isso mesmo, apenas eu e outro cara. E a sorte (ou azar) dele é que eu não saí da matéria, como era meu plano inicial, já que eu me matriculei apenas para completar meu horário. Mas depois de saber que a turma será assim tão, digamos, mirrada, eu estou empolgadíssimo com a dita cuja. Em especial com a parte em que a professora lançou: aula quinzenal, começando às 10h. Isso apenas para discussão de capitulos do livro que leremos ao longo do semestre. É o paraíso! No entanto, o lado negativo é que nunca vai dar para faltar sem ser percebido. E caso coincida com um dia que o colega tiver a mesma idéia, não haverá aula por falta absoluta de quórum. Mas as negociações serão mais fáceis, podemos marcar a aula para qualquer lugar, até mesmo para a mesa de uma lanchonete ou a varanda da casa de alguém. Certamente haverá mais pontos positivos que negativos.
Harry Potter e a Câmara Secreta consegue ser ainda melhor do que o primeiro episódio da série. Como bem descreveu Juliana, enche os olhos e agrada aos adultos justamente por não subestimar a inteligência infantil, coisa que deve acontecer no inacreditável Xuxa e os Duendes 2, cujo trailer fui obrigado a ver anter do Harry Potter. Não acreditei quando ouvi Xuxa lançar a seguinte frase: "A maldição transformará em pedra todos os corações apaixonados...". O filme deveria ser proibido para maiores de dois anos. E só de imaginar que até Cidade de Deus, o primeiro Xuxa tinha sido a maior bilheteria de filme nacional de todos os tempos.
Respondendo à perguta de Rodolfo sobre o DVD Player: é um Compact, da Gradiente, que eu ganhei junto com a assinatura anual da Época. Tudo por R$399. Grande promoção!
Dica para um fim de semana barato: Morro de São Paulo. Estranho? Pois é. Passei três dias lá e gastei, no total, já contanto transporte, cerca de R$90. A pousada foi o que mais me surpreendeu. Custou R$15 per capta.
Às vezes o que parece indiferença é apenas cansaço. Mas a expectativa sempre é vilã numa situação como essa. E o que resta é a sensação de que se está dando demais.
Depois de me revirar muito na cama para conseguir dormir às 0h30, acordei às 4h30. Fui à rodoviária e esperei por mais de uma hora, mas voltei para casa sozinho para completar minhas horas de sono. Um misto de frustração e saudade seria a melhor definição para meu estado de espírito. E o pior era a expectativa de uma ligação ao longo do dia. E ela veio, mas era só um recado dado por uma amiga: só amanhã. Mas o que são algumas horas a mais para quem já esperou quatro dias, não é mesmo?